O objetivo da Educação Infantil é o de desenvolver algumas capacidades, como: ampliar relações sociais na interação com outras crianças e adultos, conhecer seu próprio corpo, brincar e se expressar das mais variadas formas, utilizar diferentes linguagens para se comunicar, entre outros. È ESTIMULAR as diferentes áreas de desenvolvimento da criança, aguçar sua curiosidade, sendo que, para isso, é imprescindível que a criança esteja feliz no espaço escolar.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
Avaliação do Curso Proinfo
Com muita expectativa iniciei este curso, já estou concluindo o segundo. Acredito que o professor deve sempre se capacitar e aperfeiçoar cada vez mais seus conhecimentos para acompanhar a evolução dos tempos, hoje nossos alunos já nascem na era tecnológica e precisamos estar preparados.
O papel do professor mudou e ele precisa compreender que não é mais a única fonte de informação, o transmissor do conhecimento, aquele que ensina, mas aquele que faz aprender, tornando-se um mediador entre o conhecimento e a realidade, um especialista no processo de aprendizagem, em prol de uma educação que priorize não apenas o domínio dos conteúdos, mas o desenvolvimento de habilidades, competências, inteligências, atitudes e valores.
Tanto o professor como o aluno devem explorar ao máximo todos os recursos que a tecnologia nos apresenta, de forma a colaborar mais e mais com a aquisição de conhecimento.
Na escola em que trabalho ainda não há sala de informática mais este é um sonho que todos da equipe pedagógica esperam que se concretize em breve. Nossas crianças tem pouco acesso ao computador, e procuramos trabalhar com eles as outras ferramentas tecnológicas que temos a disposição na escola como: TV. DVD, som, máquina digital.
Durante a realização das atividades tivemos acesso a muitas informações valiosas, lemos texto muitos bons , e navegamos na internet , fizemos Power pointer , web quest, etc. Qualquer fato novo colabora para o enriquecimento. É desta forma que penso sobre este curso, ou seja contribuiu significativamente na ampliação de meus conhecimentos, sem contar as possibilidades reais que vislumbro agora para planejar minhas aulas e efetivá-las utilizando recursos tecnológicos que agora disponho.
Avaliação do Curso Proinfo
Com muita expectativa iniciei este curso, já estou concluindo o segundo. Acredito
que o professor deve sempre se capacitar e aperfeiçoar cada vez mais seus conhecimentos para acompanhar a evolução dos tempos, hoje nossos alunos já nascem na era tecnológica e precisamos estar preparados.
O papel do professor mudou e ele precisa compreender que não é mais a única fonte de informação, o transmissor do conhecimento, aquele que ensina, mas aquele que faz aprender, tornando-se um mediador entre o conhecimento e a realidade, um especialista no processo de aprendizagem, em prol de uma educação que priorize não apenas o domínio dos conteúdos, mas o desenvolvimento de habilidades, competências, inteligências, atitudes e valores.
Tanto o professor como o aluno devem explorar ao máximo todos os recursos que a tecnologia nos apresenta, de forma a colaborar mais e mais com a aquisição de conhecimento.
Na escola em que trabalho ainda não há sala de informática mais este é um sonho que todos da equipe pedagógica esperam que se concretize em breve. Nossas crianças tem pouco acesso ao computador, e procuramos trabalhar com eles as outras ferramentas tecnológicas que temos a disposição na escola como: TV. DVD, som, máquina digital.
Durante a realização das atividades tivemos acesso a muitas informações valiosas, lemos texto muitos bons , e navegamos na internet , fizemos Power pointer , web quest, etc. Qualquer fato novo colabora para o enriquecimento. É desta forma que penso sobre este curso, ou seja contribuiu significativamente na ampliação de meus conhecimentos, sem contar as possibilidades reais que vislumbro agora para planejar minhas aulas e efetivá-las utilizando recursos tecnológicos que agora disponho.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
Fotos Projeto
| CARLOS HENRIQUE ESCOLHENDO UMA AMIGA PRA AJUDAR NO RECONTO DA HISTÓRIA |
| CARLOS HENRIQUE E MELISSA RECONTANDO A HISTÓRIA DA CHAPEUZINHO . |
| BRINCANDO DE RODA |
| BRINCANDO DE RODA |
| DANÇANDO |
| ESCRITA E DESENHO |
| ESCRITA NOS PONTILHADOS |
| DOBRADURA DA CASINHA DA VOVÓ |
| ESCRITA DO NOME |
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Relato do Texto Mídia-Educação- Silvio Costa Pereira
.
No texto Silvio fala sobre a importância de inserir ferramentas tecnológicas nas aulas, unindo a curiosidade e o interesse dos alunos para tornar uma aula dinâmica e prazerosa.
Na maioria das escolas há televisão, dvd, computadores, som, digital, data show, etc. Mas o que falta é a formação adequada para os professores promoverem e estimularem o uso critico e criativo destas ferramentas.
Os gestores das escolas precisam levar a sério o desinteresses de alguns professores e procurar incentivar e motivar para que eles procurem acompanhar, se atualizando para esse mundo tecnológico em que estamos vivendo até porque muitas das professoras atuais nasceram em um mundo sem muitas mídias disponíveis e não tem vontade de mudar.
Há vários exemplos que inserindo a tecnologia o professor consegue trazer seus alunos para escola, interagindo nas aulas, tendo o real aprendizado.
Muitos alunos ainda não tem acesso a internet ou outros recursos em casa e quando eles encontram esta oportunidade nas escolas com certeza ele terá mais interesse nos estudos.
No texto Silvio fala sobre a importância de inserir ferramentas tecnológicas nas aulas, unindo a curiosidade e o interesse dos alunos para tornar uma aula dinâmica e prazerosa.
Na maioria das escolas há televisão, dvd, computadores, som, digital, data show, etc. Mas o que falta é a formação adequada para os professores promoverem e estimularem o uso critico e criativo destas ferramentas.
Os gestores das escolas precisam levar a sério o desinteresses de alguns professores e procurar incentivar e motivar para que eles procurem acompanhar, se atualizando para esse mundo tecnológico em que estamos vivendo até porque muitas das professoras atuais nasceram em um mundo sem muitas mídias disponíveis e não tem vontade de mudar.
Há vários exemplos que inserindo a tecnologia o professor consegue trazer seus alunos para escola, interagindo nas aulas, tendo o real aprendizado.
Muitos alunos ainda não tem acesso a internet ou outros recursos em casa e quando eles encontram esta oportunidade nas escolas com certeza ele terá mais interesse nos estudos.
CHAPEUZINHO VERMELHO -- Irmãos Grimm
Era uma vez, numa pequena cidade às margens da floresta, uma menina de olhos negros e louros cabelos cacheados, tão graciosa quanto valiosa.
Um dia, com um retalho de tecido vermelho, sua mãe costurou para ela uma curta capa com capuz; ficou uma belezinha, combinando muito bem com os cabelos louros e os olhos negros da menina.
Daquele dia em diante, a menina não quis mais saber de vestir outra roupa, senão aquela e, com o tempo, os moradores da vila passaram a chamá-la de “Chapeuzinho Vermelho”.
Além da mãe, Chapeuzinho Vermelho não tinha outros parentes, a não ser uma avó bem velhinha, que nem conseguia mais sair de casa. Morava numa casinha, no interior da mata.
De vez em quando ia lá visitá-la com sua mãe, e sempre levavam alguns mantimentos.
Um dia, a mãe da menina preparou algumas broas das quais a avó gostava muito mas, quando acabou de assar os quitutes, estava tão cansada que não tinha mais ânimo para andar pela floresta e levá-las para a velhinha.
Então, chamou a filha:
— Chapeuzinho Vermelho, vá levar estas broinhas para a vovó, ela gostará muito. Disseram-me que há alguns dias ela não passa bem e, com certeza, não tem vontade de cozinhar.
— Vou agora mesmo, mamãe.
— Tome cuidado, não pare para conversar com ninguém e vá direitinho, sem desviar do caminho certo. Há muitos perigos na floresta!
— Tomarei cuidado, mamãe, não se preocupe. A mãe arrumou as broas em um cesto e colocou também um pote de geléia e um tablete de manteiga. A vovó gostava de comer as broinhas com manteiga fresquinha e geléia.
Chapeuzinho Vermelho pegou o cesto e foi embora. A mata era cerrada e escura. No meio das árvores somente se ouvia o chilrear de alguns pássaros e, ao longe, o ruído dos machados dos lenhadores.
A menina ia por uma trilha quando, de repente, apareceu-lhe na frente um lobo enorme, de pêlo escuro e olhos brilhantes.
Olhando para aquela linda menina, o lobo pensou que ela devia ser macia e saborosa. Queria mesmo devorá-la num bocado só. Mas não teve coragem, temendo os cortadores de lenha que poderiam ouvir os gritos da vítima. Por isso, decidiu usar de astúcia.
— Bom dia, linda menina — disse com voz doce.
— Bom dia — respondeu Chapeuzinho Vermelho.
— Qual é seu nome?
— Chapeuzinho Vermelho
. — Um nome bem certinho para você. Mas diga-me, Chapeuzinho Vermelho, onde está indo assim tão só?
— Vou visitar minha avó, que não está muito bem de saúde.
— Muito bem! E onde mora sua avó?
— Mais além, no interior da mata.
— Explique melhor, Chapeuzinho Vermelho.
— Numa casinha com as venezianas verdes, logo29 após o velho engenho de açúcar.
O lobo teve uma idéia e propôs:
— Gostaria de ir também visitar sua avó doente. Vamos fazer uma aposta, para ver quem chega primeiro. Eu irei por aquele atalho lá abaixo, e você poderá seguir por este. Chapeuzinho Vermelho aceitou a proposta.
— Um, dois, três, e já! — gritou o lobo.
Conhecendo a floresta tão bem quanto seu nariz, o lobo escolhera para ele o trajeto mais breve, e não demorou muito para alcançar a casinha da vovó.
Bateu à porta o mais delicadamente possível, com suas enormes patas.
— Quem é? — perguntou a avó.
O lobo fez uma vozinha doce, doce, para responder:
— Sou eu, sua netinha, vovó. Trago broas feitas em casa, um vidro de geléia e manteiga fresca.
A boa velhinha, que ainda estava deitada, respondeu:
— Puxe a tranca, e a porta se abrirá.
O lobo entrou, chegou ao meio do quarto com um só pulo e devorou a pobre vovozinha, antes que ela pudesse gritar.
Em seguida, fechou a porta. Enfiou-se embaixo das cobertas e ficou à espera de Chapeuzinho Vermelho.
A essa altura, Chapeuzinho Vermelho já tinha esquecido o lobo e da aposta sobre quem chegaria primeiro.
Ia andando devagar pelo atalho, parando aqui e acolá: ora era atraída por uma árvore carregada de pitangas, ora ficava observando o vôo de uma borboleta, ou ainda um ágil esquilo.
Parou um pouco para colher um maço de flores do campo, encantou-se a observar uma procissão de formigas e correu atrás de uma joaninha.
Finalmente, chegou à casa da vovó e bateu de leve na porta.
— Quem está aí? — perguntou o lobo, esquecendo de disfarçar a voz.
Um dia, com um retalho de tecido vermelho, sua mãe costurou para ela uma curta capa com capuz; ficou uma belezinha, combinando muito bem com os cabelos louros e os olhos negros da menina.
Daquele dia em diante, a menina não quis mais saber de vestir outra roupa, senão aquela e, com o tempo, os moradores da vila passaram a chamá-la de “Chapeuzinho Vermelho”.
Além da mãe, Chapeuzinho Vermelho não tinha outros parentes, a não ser uma avó bem velhinha, que nem conseguia mais sair de casa. Morava numa casinha, no interior da mata.
De vez em quando ia lá visitá-la com sua mãe, e sempre levavam alguns mantimentos.
Um dia, a mãe da menina preparou algumas broas das quais a avó gostava muito mas, quando acabou de assar os quitutes, estava tão cansada que não tinha mais ânimo para andar pela floresta e levá-las para a velhinha.
Então, chamou a filha:
— Chapeuzinho Vermelho, vá levar estas broinhas para a vovó, ela gostará muito. Disseram-me que há alguns dias ela não passa bem e, com certeza, não tem vontade de cozinhar.
— Vou agora mesmo, mamãe.
— Tome cuidado, não pare para conversar com ninguém e vá direitinho, sem desviar do caminho certo. Há muitos perigos na floresta!
— Tomarei cuidado, mamãe, não se preocupe. A mãe arrumou as broas em um cesto e colocou também um pote de geléia e um tablete de manteiga. A vovó gostava de comer as broinhas com manteiga fresquinha e geléia.
Chapeuzinho Vermelho pegou o cesto e foi embora. A mata era cerrada e escura. No meio das árvores somente se ouvia o chilrear de alguns pássaros e, ao longe, o ruído dos machados dos lenhadores.
A menina ia por uma trilha quando, de repente, apareceu-lhe na frente um lobo enorme, de pêlo escuro e olhos brilhantes.
Olhando para aquela linda menina, o lobo pensou que ela devia ser macia e saborosa. Queria mesmo devorá-la num bocado só. Mas não teve coragem, temendo os cortadores de lenha que poderiam ouvir os gritos da vítima. Por isso, decidiu usar de astúcia.
— Bom dia, linda menina — disse com voz doce.
— Bom dia — respondeu Chapeuzinho Vermelho.
— Qual é seu nome?
— Chapeuzinho Vermelho
. — Um nome bem certinho para você. Mas diga-me, Chapeuzinho Vermelho, onde está indo assim tão só?
— Vou visitar minha avó, que não está muito bem de saúde.
— Muito bem! E onde mora sua avó?
— Mais além, no interior da mata.
— Explique melhor, Chapeuzinho Vermelho.
— Numa casinha com as venezianas verdes, logo29 após o velho engenho de açúcar.
O lobo teve uma idéia e propôs:
— Gostaria de ir também visitar sua avó doente. Vamos fazer uma aposta, para ver quem chega primeiro. Eu irei por aquele atalho lá abaixo, e você poderá seguir por este. Chapeuzinho Vermelho aceitou a proposta.
— Um, dois, três, e já! — gritou o lobo.
Conhecendo a floresta tão bem quanto seu nariz, o lobo escolhera para ele o trajeto mais breve, e não demorou muito para alcançar a casinha da vovó.
Bateu à porta o mais delicadamente possível, com suas enormes patas.
— Quem é? — perguntou a avó.
O lobo fez uma vozinha doce, doce, para responder:
— Sou eu, sua netinha, vovó. Trago broas feitas em casa, um vidro de geléia e manteiga fresca.
A boa velhinha, que ainda estava deitada, respondeu:
— Puxe a tranca, e a porta se abrirá.
O lobo entrou, chegou ao meio do quarto com um só pulo e devorou a pobre vovozinha, antes que ela pudesse gritar.
Em seguida, fechou a porta. Enfiou-se embaixo das cobertas e ficou à espera de Chapeuzinho Vermelho.
A essa altura, Chapeuzinho Vermelho já tinha esquecido o lobo e da aposta sobre quem chegaria primeiro.
Ia andando devagar pelo atalho, parando aqui e acolá: ora era atraída por uma árvore carregada de pitangas, ora ficava observando o vôo de uma borboleta, ou ainda um ágil esquilo.
Parou um pouco para colher um maço de flores do campo, encantou-se a observar uma procissão de formigas e correu atrás de uma joaninha.
Finalmente, chegou à casa da vovó e bateu de leve na porta.
— Quem está aí? — perguntou o lobo, esquecendo de disfarçar a voz.
Chapeuzinho estranhou o aspecto da avó. Estava muito peluda, nem dava para ver o seu rosto! Seria efeito da doença? E foi reparando:
— Oh, vovozinha, que braços longos você tem!
— São para abraçá-la melhor, minha querida menina!
— Oh, vovozinha, que olhos grandes você tem!
— São para enxergar também no escuro, minha menina!
— Oh, vovozinha, que orelhas compridas você tem!
— São para ouvir tudo, queridinha!
— Oh, vovozinha, que boca enorme você tem!
— É para engolir você melhor!
Assim dizendo, o lobo mau deu um pulo e, num movimento só, comeu a pobre Chapeuzinho Vermelho.
— Agora estou realmente satisfeito — resmungou o lobo. Estou até com vontade de tirar uma soneca, antes de retomar meu caminho.
Voltou a se enfiar embaixo das cobertas, bem quentinho. Fechou os olhos e, depois de alguns minutos, já roncava. E como roncava! Uma britadeira teria feito menos barulho
Algumas horas mais tarde, um caçador passou em frente à casa da vovó, ouviu o barulho e pensou: “Olha só como a velhinha ronca! Estará passando mal!? Vou dar uma espiada.”
Abriu a porta, chegou perto da cama e… quem ele viu?
O lobo, que dormia como uma pedra, com uma enorme barriga parecendo um grande balão!
O caçador ficou bem satisfeito. Há muito tempo estava procurando esse lobo, que já matara muitas ovelhas e cabritinhos.
— Afinal você está aqui, velho malandro! Sua carreira terminou. Já vai ver!
Enfiou os cartuchos na espingarda e estava pronto para atirar, mas então lhe pareceu que a barriga do lobo estava se mexendo e pensou: “Aposto que este danado comeu a vovó, sem nem ter o trabalho de mastigá-la! Se foi isso, talvez eu ainda possa ajudar!”.
Guardou a espingarda, pegou a tesoura e, bem devagar, bem de leve, começou a cortar a barriga do lobo ainda adormecido.
Na primeira tesourada, apareceu um pedaço de pano vermelho, na segunda, uma cabecinha loura, na terceira, Chapeuzinho Vermelho pulou fora.
— Obrigada, senhor caçador, agradeço muito por ter me libertado. Estava tão apertado lá dentro, e tão escuro…Faça outro pequeno corte, por favor, assim poderá libertar minha avó, que o lobo comeu antes de mim.
O caçador recomeçou seu trabalho com a tesoura, e da barriga do lobo saiu também a vovó, um pouco tonta, meio sufocada, mas viva.
— E agora? — perguntou o caçador. — Temos de castigar esse bicho como ele merece!
Chapeuzinho Vermelho foi correndo até a beira do córrego e apanhou uma grande quantidade de pedras redondas e lisas. Entregou-as ao caçador que arrumou tudo bem direitinho, dentro da barriga do lobo, antes de costurar os cortes que havia feito.
Em seguida, os três saíram da casa, se esconderam entre as árvores e aguardaram.
Mais tarde, o lobo acordou com um peso estranho no estômago. Teria sido indigesta a vovó? Pulou da cama e foi beber água no córrego, mas as pedras pesavam tanto que, quando se abaixou, ele caiu na água e ficou preso no fundo do córrego.
O caçador foi embora contente e a vovó comeu com gosto as broinhas.
Chapeuzinho Vermelho prometeu a si mesma nunca mais esquecer os conselhos da mamãe: “Não pare para conversar com ninguém, e vá em frente pelo seu caminho”.
— Oh, vovozinha, que braços longos você tem!
— São para abraçá-la melhor, minha querida menina!
— Oh, vovozinha, que olhos grandes você tem!
— São para enxergar também no escuro, minha menina!
— Oh, vovozinha, que orelhas compridas você tem!
— São para ouvir tudo, queridinha!
— Oh, vovozinha, que boca enorme você tem!
— É para engolir você melhor!
Assim dizendo, o lobo mau deu um pulo e, num movimento só, comeu a pobre Chapeuzinho Vermelho.
— Agora estou realmente satisfeito — resmungou o lobo. Estou até com vontade de tirar uma soneca, antes de retomar meu caminho.
Voltou a se enfiar embaixo das cobertas, bem quentinho. Fechou os olhos e, depois de alguns minutos, já roncava. E como roncava! Uma britadeira teria feito menos barulho
Algumas horas mais tarde, um caçador passou em frente à casa da vovó, ouviu o barulho e pensou: “Olha só como a velhinha ronca! Estará passando mal!? Vou dar uma espiada.”
Abriu a porta, chegou perto da cama e… quem ele viu?
O lobo, que dormia como uma pedra, com uma enorme barriga parecendo um grande balão!
O caçador ficou bem satisfeito. Há muito tempo estava procurando esse lobo, que já matara muitas ovelhas e cabritinhos.
— Afinal você está aqui, velho malandro! Sua carreira terminou. Já vai ver!
Enfiou os cartuchos na espingarda e estava pronto para atirar, mas então lhe pareceu que a barriga do lobo estava se mexendo e pensou: “Aposto que este danado comeu a vovó, sem nem ter o trabalho de mastigá-la! Se foi isso, talvez eu ainda possa ajudar!”.
Guardou a espingarda, pegou a tesoura e, bem devagar, bem de leve, começou a cortar a barriga do lobo ainda adormecido.
Na primeira tesourada, apareceu um pedaço de pano vermelho, na segunda, uma cabecinha loura, na terceira, Chapeuzinho Vermelho pulou fora.
— Obrigada, senhor caçador, agradeço muito por ter me libertado. Estava tão apertado lá dentro, e tão escuro…Faça outro pequeno corte, por favor, assim poderá libertar minha avó, que o lobo comeu antes de mim.
O caçador recomeçou seu trabalho com a tesoura, e da barriga do lobo saiu também a vovó, um pouco tonta, meio sufocada, mas viva.
— E agora? — perguntou o caçador. — Temos de castigar esse bicho como ele merece!
Chapeuzinho Vermelho foi correndo até a beira do córrego e apanhou uma grande quantidade de pedras redondas e lisas. Entregou-as ao caçador que arrumou tudo bem direitinho, dentro da barriga do lobo, antes de costurar os cortes que havia feito.
Em seguida, os três saíram da casa, se esconderam entre as árvores e aguardaram.
Mais tarde, o lobo acordou com um peso estranho no estômago. Teria sido indigesta a vovó? Pulou da cama e foi beber água no córrego, mas as pedras pesavam tanto que, quando se abaixou, ele caiu na água e ficou preso no fundo do córrego.
O caçador foi embora contente e a vovó comeu com gosto as broinhas.
Chapeuzinho Vermelho prometeu a si mesma nunca mais esquecer os conselhos da mamãe: “Não pare para conversar com ninguém, e vá em frente pelo seu caminho”.

Curiosidades
Aquelas famosas músicas,que nós á ouvimos muitas e muitas vezes, tanto da Chapeuzinho Vermelho como de outras histórias infantis foram feitas pelo João de Barro (o Braguinha).
Para conhecer mais a obra deste grande compositor brasileiro acesse:
http://www.braguinha.ag.com.br
Você também pode adquirir cds do autor procurando nas lojas pela coleção Disquinho. Esta coleção traz histórias infantis musicadas pelo Braguinha, são 50 títulos.
Pela Estrada (Braguinha)
Pela estrada a fora, eu vou bem sozinha
Levar esses doces para a vovozinha
Ela mora longe, o caminho é deserto
E o lobo mau passeia aqui por perto
Mas à tardinha, ao sol poente
Junto à mamãezinha dormirei contente
Lobo Mau (Braguinha)
Eu sou o lobo mau,
Lobo mau, lobo mau
Eu pego as criancinhas
Pra fazer mingau!
Hoje estou contente,
Vai haver festança
Tenho um bom petisco
Para encher a minha pança.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Relatório Projeto em desenvolvimento
Iniciei o projeto na segunda-feira fazendo a apresentação dele na hora da roda de conversa, onde expliquei o que faríamos e procurei saber o que eles sabiam da história. Depois coloquei um cd para eles ouvirem a história, utilizando o primeiro recurso tecnológico, a seguir mostrei algumas gravuras da história e deixei eles manusearem elas para ver os detalhes da história e finalizaram a atividade do dia com um lindo desenho .

Na terça-feira assistimos o DVD da historia na sala de vídeo onde utilizei outros dois recursos tecnológico que foi a TV e o DVD, e na hora da atividade eles fizeram a pintura dos personagens da historia e uma atividade de leve a chapeuzinho até a casa da vovó.
Na quarta-feira levei eles até a sala dos professores para utilizarmos o computador, fiz o download do filme da chapeuzinho vermelho do YOU TUBE E e eles ficaram encantados pois tinha varias versão do filme.
Amanhã pretendemos fazer um cartaz utilizando Eva picado e guache com a imagem da chapeuzinho vermelho e do lobo mau.
Pretendemos também realizar na semana que vem uma apresentação de um teatro dramatizado pelas professoras que estão desenvolvendo o projeto.
terça-feira, 14 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
REFLEXÕES INICIAIS
Atividade 1.1
Estamos vivendo em uma era totalmente digital e é necessário adaptar-se a essas novas transformações, nós professores necessitamos de uma formação continuada mais efetiva no sentido de inovações tecnológicas e o uso das mesmas no processo ensino-aprendizagem, os cursos deveriam orientar o professor sobre como ele deveria aplicar esse novo processo de aprendizagem para assim ele conseguir mudar sua pratica pedagógica de maneira a enriquecer mais suas aulas e assim estimular e desenvolver melhor a potencialidades e habilidades de seus alunos.
A internet nos dá acesso a milhões de informações em todas as áreas do conhecimento. Com a tecnologia podemos pesquisar, trocar experiências transformando essas informações em atividades significativas despertando assim no aluno o interesse pela pesquisa, leitura, reflexão, afinal a internet proporciona aos alunos viajar o mundo, conhecer novos povos, costumes com apenas alguns clics estaremos colocando-os num ambiente letrado.
Estaremos educando nossos alunos para o mundo globalizado desenvolvendo neles capacidades de aquisição, informação, interpretação, análise, compreensão e comunicação, transformando-os em adultos reflexivos, críticos, capazes de solucionar problemas e superar desafios.
Procuro me atualizar e pesquisar sempre para que possa em sala de aula fazer uso dessas informações, desses conhecimentos aprimorando cada vez mais minhas aulas para estimular e auxiliar meus alunos sempre que necessário. O professor deve ser um facilitador da construção do conhecimento pelo aluno e não um mero transmissor de informações.
Existe ainda, a resistência de alguns professores sobre essa nova etapa da educação, mas é necessário mudar, já passamos por várias mudanças como o construtivismo, da alfabetização, do letramento, pra tudo é necessário o querer, o interesse e a vontade de mudar.
Reflexão prática dialógica
1.5 Reflexão do texto da paginas 50 e 51
Este texto fala que o bom educador transmite seus conhecimento com clareza e entendimento e não só repassa o que aprendeu. Procura fazer com que seus alunos assimilem , compreendam , questionem e assim eles terão uma aprendizagem significativa.
O professor educador é aquele que esta sempre em crescimento, que procura aprender, mudando e transformando suas práticas pedagógicas de forma a acompanhar a evolução e assim desenvolverá no aluno uma necessidade por aprender, tornando-se um ser questionador e crítico da realidade que o circunda.
È preciso ensinar o aluno a buscar as respostas mas refletindo sobre elas e não só copiando. Se o professor não estimular a curiosidade e o interesse do aluno ele não desenvolvera uma boa aprendizagem .
RELATO DE EXPERIÊNCIA
Sabemos que o computador é uma ferramenta que aliado a um bom planejamento estimula o ensino aprendizagem dos estudantes em qualquer nível de ensino. Apesar de muitos docentes ainda resistem ao poder dessa inovação é necessário que todos se adaptem e estejam preparados para estimular e orientar seus alunos. Mudar, aprimorar nossas práticas pedagógicas é nosso dever , afinal somos professores e não podemos parar no tempo e sim nos atualizar cada vez mais, para que assim possamos fazer um excelente trabalho com essa nova geração que já nasce informatizada.
\"CONTEXTUALIZANDO A MUDANÇA:DA TEORIA À PRÁTICA\
Quais são as estratégias que utilizo e/ou considero que podem ser úteis para estabelecer um ambiente de livre expressão que favoreça o diálogo? de que forma as tecnologias podem auxiliar nisso?
A tecnologia esta ai a disposição e ao alcance de todos, hoje em dia é quase impossível você conversar sobre tecnologia em sala de aula e achar que é novidade, os alunos não só conhecem como já sabem muitas vezes utilizar melhor que os professores.
Algumas pessoas acreditam que tecnologia é só computador e estão enganados pois utilizamos outras formas de tecnologias tanto na escola como em casa que é a televisão, o aparelho de DVD, celulares, som.
Por isso que é necessário ter um dialogo mais aberto com os alunos e incentivá-los e orientá-los a melhor maneira de utilizar e aproveitar essas tecnologias para o seu crescimento, aprimoramento e aperfeiçoamento de sua aprendizagem, afinal o professor é o principal transmissor de informação que serve de base para a elaboração e construção de conhecimento.
WebQuest
As WebQuests fornecem a aprendizagem ativa em que o objetivo é a aquisição e integração do conhecimento. Através das atividades nas WebQuest o aluno lidará com uma quantidade significativa de novas informações, interpretando-as por síntese e análise e finalmente, transformando-as em conhecimentos.
WebQuests tornam-se atraentes quando se pode compartilhar entre professores, são atualizadas constantemente e pode ser usada de um ano para outro, o tempo não irá interferir nas atividades oferecidas pelos educadores.
Objetivos das webquest:
. Modernizar modos de fazer educação;
• Garantir acesso a informações autênticas e atualizadas;
• Promover aprendizagem cooperativa;
• Desenvolver habilidades cognitivas;
• Transformar ativamente informações (em vez de apenas reproduzi-las);
• Incentivar criatividade;
• Apresentar projetos utilizando a Internet, onde os alunos são responsáveis pela construção do conhecimento;
• Compartilhar observações e experiências vivenciadas por outros alunos que utilizam a Internet como ferramenta didática em suas pesquisas, experimentando o poder da multimídia da www.
WebQuests tornam-se atraentes quando se pode compartilhar entre professores, são atualizadas constantemente e pode ser usada de um ano para outro, o tempo não irá interferir nas atividades oferecidas pelos educadores.
Objetivos das webquest:
. Modernizar modos de fazer educação;
• Garantir acesso a informações autênticas e atualizadas;
• Promover aprendizagem cooperativa;
• Desenvolver habilidades cognitivas;
• Transformar ativamente informações (em vez de apenas reproduzi-las);
• Incentivar criatividade;
• Apresentar projetos utilizando a Internet, onde os alunos são responsáveis pela construção do conhecimento;
• Compartilhar observações e experiências vivenciadas por outros alunos que utilizam a Internet como ferramenta didática em suas pesquisas, experimentando o poder da multimídia da www.
HIPERTEXTO
Para navegar na internet, devemos ter um computador com o navegador (browser) instalado e conectado ao internet.
O documento hipertexto compõe de texto, imagem, link, animação, som e applet. O link é uma referencia que o documento contém associado ao texto ou imagem e ao clicar sobre ele, automaticamente carrega o documento referenciado. Normalmente, o texto com o link aparece em destaque e o cursor do mouse sobre o link torna uma mão.
Alguns botões:
O documento hipertexto compõe de texto, imagem, link, animação, som e applet. O link é uma referencia que o documento contém associado ao texto ou imagem e ao clicar sobre ele, automaticamente carrega o documento referenciado. Normalmente, o texto com o link aparece em destaque e o cursor do mouse sobre o link torna uma mão.
Alguns botões:
· back: ao clicar sobre ele, voltar ao documento anterior.
· stop: Este botão interrompe a transferência de documentos.
· Reload Este botão serve para recarregar o documento que não veio por completo.
Alguns outros recursos: · Imprimir documentos.
· Salvar os documentos carregados no computador local.
· armazenar URL de algumas páginas (documentos) interessantes.
· Enviar mail`s.
Com toda essa ferramenta a disposição é necessário só saber navegar com segurança, por isso nós como educadores devemos auxiliar e indicar para nossos alunos sites seguros para eles fazerem suas pesquisas e trabalhos da escola, acredito que não adianta você só solicitar a tarefa precisa orientar e para isso é necessário que o professor saiba navegar na internet.Comentário do video dr. Ladislau Dowbor
Como mostra no vídeo a escola deve ser menos lecionadora e mais articuladora, organizadora, de seus conteúdos, seus conhecimentos, o professor deve primeiro pesquisar, selecionar para depois transmitir, pois não adianta passar toda a informação que possui para os alunos, sobrecarregando-os, se nem tudo que lhe foi transmitido será útil.
O educador não deve se esquecer de que precisa conquistar constantemente o educando e sempre motivá-los, tornando as aulas agradáveis para aumentar o grau de interesse dos alunos. É necessário não só lecionar e sim dar aos alunos os ensinamentos de que eles necessitam para viver e trabalhar neste mundo de evolução, bem como orientá-los para a vida.
Profº Claudia Helena
Quem sou como professor e aprendiz?
Meu nome é Claudia Helena, trabalho Educação Infantil há sete anos. Em nossa profissão sabemos que precisamos estar atento as mudanças que muitas vezes não são fáceis mas é necessário adaptar-se a elas, afinal somos desafiados diariamente e como eternos aprendizes, devemos procurar sempre fazer cursos de capacitação para refletirmos nossas práticas pedagógicas e buscar o melhor método, a melhor forma de aprender e de ensinar.
Procuro participar dos cursos, encontros, seminários, grupos de estudos pois assim eu consigo compreender e assimilar o novo, tornando minhas aulas criativas e interessantes.
Sou professora e aprendiz e acredito que a tecnologia é uma excelente ferramenta para ensinar e ajudar nossos alunos na construção do seu conhecimento
Atividade 1.1
Claudia Helena
Estamos vivendo em uma era totalmente digital e é necessário adaptar-se a essas novas transformações, nós professores necessitamos de uma formação continuada mais efetiva no sentido de inovações tecnológicas e o uso das mesmas no processo ensino-aprendizagem, os cursos deveriam orientar o professor sobre como ele deveria aplicar esse novo processo de aprendizagem para assim ele conseguir mudar sua pratica pedagógica de maneira a enriquecer mais suas aulas e assim estimular e desenvolver melhor a potencialidades e habilidades de seus alunos.
A internet nos dá acesso a milhões de informações em todas as áreas do conhecimento. Com a tecnologia podemos pesquisar, trocar experiências transformando essas informações em atividades significativas despertando assim no aluno o interesse pela pesquisa, leitura, reflexão, afinal a internet proporciona aos alunos viajar o mundo, conhecer novos povos, costumes com apenas alguns clics estaremos colocando-os num ambiente letrado.
Estaremos educando nossos alunos para o mundo globalizado desenvolvendo neles capacidades de aquisição, informação, interpretação, análise, compreensão e comunicação, transformando-os em adultos reflexivos, críticos, capazes de solucionar problemas e superar desafios.
Procuro me atualizar e pesquisar sempre para que possa em sala de aula fazer uso dessas informações, desses conhecimentos aprimorando cada vez mais minhas aulas para estimular e auxiliar meus alunos sempre que necessário. O professor deve ser um facilitador da construção do conhecimento pelo aluno e não um mero transmissor de informações.
Existe ainda, a resistência de alguns professores sobre essa nova etapa da educação, mas é necessário mudar, já passamos por várias mudanças como o construtivismo, da alfabetização, do letramento, pra tudo é necessário o querer, o interesse e a vontade de mudar.
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